Diretores da ABES-DF chamam a atenção para a situação do saneamento no DF em posse da nova Diretoria
publicado em 28/08/2019 - 21:08

Participaram da mesa de posse da nova diretoria da ABES-DF, o presidente da Abes/DF (2017/2019), engenheiro João Marcos Paes de Almeida; o presidente eleito da ABES/DF 2019/2021, engenheiro Sergio Antônio Gonçalves; a vice - Presidenta da ABES/DF para o biênio 2019/2021, engenheira Heliana Katia Tavares Campos; o diretor da Região Centro-oeste, Mário Guerino representando o presidente nacional da ABES, o engenheiro Roberval Tavares; o presidente do Clube de Engenharia (o anfitrião),  engenheiro Hélio Fausto de Souza Junior; a presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia, a engenheira Fátima Có; o presidente da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento do Distrito Federal, o professor Dr. Paulo Sales; o Subsecretário de Meio Ambiente do DF Jair Vieira Tanus Junior; o diretor da Agência Nacional de Águas (ANA), o engenheiro Oscar Cordeiro; os Deputados Distritais Arlete Sampaio e Leandro Grass; a Deputada Federal Érika Kokay; o presidente do Serviço de Limpeza Urbana-DF (SLU), o advogado Félix Ângelo Palazzo; a representante do Fórum das Organizações Não Governamentais no Distrito Federal, a arquiteta urbanista Regina Fitipaldi.

 

Na solenidade, foi dado posse à nova diretoria do biênio (2019-2021) composta pelo presidente, o engenheiro civil e bacharel em química, Sérgio Antônio Gonçalves; a vice-presidente e engenheira Heliana Katia Tavares Campos; o 1º Secretário, o engenheiro Ernani Ciríaco de Miranda; a 2ª Secretária, a assistente social Jaira Maria Alba Puppim; o 1º tesoureiro e engenheiro João Marcos Paes de Almeida; o 2 º tesoureiro e engenheiro Fuad Moura Guimarães Braga; a diretora e arquiteta Andrea Portugal Fellows Kuhnert Dourado; o diretor e engenheiro Marcos Helano Fernandes Montenegro; a diretora e engenheira Raquel de Carvalho Brostel e o diretor e engenheiro civil Silvano Silvério da Costa.

 

Tomaram posse do Conselho Fiscal, a engenheira e professora Cristina Célia Silveira Brandão; o Engenheiro Gilberto Antônio do Nascimento; a engenheira Jucélia Cabral Mendonça; o engenheiro Manoel Maria Henrique Nava Junior; a engenheira Maria Geraldina Salgado; o engenheiro Sérgio Luiz da Silva Cotrim. Do Conselho Consultivo tomaram posse a engenheira Dalma Maria Caixeta; a engenheira Maria do Carmo Magalhães Cezar; o engenheiro Vladimir de Alcântara Puntel Ferreira; a engenheira e professora Lucijane Monteiro de Abreu; o engenheiro Paulo Celso dos Reis Gomes; e o engenheiro Wilde Cardoso Gontijo Junior.

 

No discurso de abertura da mesa, João Marcos falou sobre as conquistas realizadas no período 2017-2019 com uma efetiva representação em diversos conselhos e os desafios do saneamento básico no DF. De acordo com ele “realizamos um trabalho intenso em prol do saneamento básico no Distrito Federal, participando e promovendo discussões técnicas e de políticas públicas, com maior intensidade nos Conselhos Distritais de Recursos Hídricos, de Saneamento, de Meio Ambiente e de Limpeza Urbana, em que a ABES-DF participa como representante da sociedade civil”.

 

Já o presidente atual da ABES-DF, Sérgio Gonçalves salientou o importante papel que a ABES-DF terá para o próximo biênio e enfatizou que “a nova diretoria reafirma seu comprometimento com a universalização dos serviços públicos de saneamento básico, com qualidade e regularidade, destacando como prioridades a aprovação do Plano Distrital de Saneamento Básico e a implementação do plano de resíduos sólidos, o fortalecimento do conselho distrital de saneamento, como também a defesa das empresas públicas”.

 

Heliana Kátia, atual Vice-Presidente, destacou “a necessidade de maior controle social no saneamento incluindo em especial os que sofrem com a carência no abastecimento de água, na coleta do esgoto e dos resíduos e dos serviços de drenagem. Enfatizou que todos os que ali estavam muito provavelmente eram atendidos por todos os serviços que compõem o saneamento básico no Brasil. E eram justamente eles que definem por meio da elaboração de projetos, de monitoramento e avaliação, da regulação assim como em postos de decisão o tempo necessário para a universalização destes serviços. Registrou que no DF ainda existem 29 áreas com carências significativas na prestação destes serviços e que temos todos que ser intransigentes na busca do atendimento a 100% da população do DF tanto no meio urbano como no rural”.

 

Tanto a diretoria que encerra seu mandato como a que agora assume rejeitam de forma clara e objetiva a privatização do setor, pois entendem que onde os serviços foram privatizados não houve expansão nos investimentos para o atendimento integral de forma universalizada. Ao contrário, estes processos aumentaram a desigualdade e pioraram o percentual de atendimento. Registraram ainda que em várias localidades e países onde o saneamento foi privatizado os processos estão sendo revertidos e os serviços reestatizados.

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