Gestoras refletem sobre experiências e perspectivas para os resíduos sólidos urbanos no Brasil
publicado em 26/05/2021 - 17:05

-Na manhã deste dia 26 de maio, quarta-feira, a ABES – Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental realizou um webinar, em que mulheres de diferentes gerações refletiram sobre suas experiências com a gestão dos Resíduos Sólidos Urbanos no Brasil e debateram as dificuldades de gênero no setor. A transmissão foi realizada por meio do canal da ABES no YouTube.

 

O debate teve a moderação de Roseane Garcia Lopes de Souza, coordenadora da Câmara Temática de Resíduos Sólidos Nacional e ABES-SP. Como debatedora, o webinar contou com a participação de Elen Dânia dos Santos, superintendente de Resíduos Sólidos, Gás e Energia da Adasa e Coordenadora do Grupo Técnico de Resíduos Sólidos da ABAR.

 

Para falar sobre suas experiências na gestão dos resíduos sólidos urbanos no Brasil, o debate contou com a participação de Maria Helena Orth, conselheira do Conselho de Meio Ambiente – Cosema da FIESP e conselheira da ABLP; Heliana Kátia T. Campos, mestre em Desenvolvimento Sustentável; Andréa Pereira Fróes, diretora Operacional da SLU e diretora Adjunta da Associação Novo Encanto de Desenvolvimento Ecológico; Carolina Moraes Estrela, presidente do Fórum Nacional de Secretários e Gestores de Limpeza Urbana e manejo de Resíduos Sólidos; e Sônia Dias, membro do Comitê Consultivo da Women of Waste -WOW da ISWA.

 

Heliana Kátia T. Campos, que atua há 40 anos no setor, citou várias das suas experiências com resíduos sólidos no Brasil, entre elas, falou sobre o fechamento do Lixão da Estrutural no ano de 2018, em Brasília, até então o maior depósito de lixo a céu aberto da América Latina e o segundo maior do mundo, em que ela liderou.

 

Kátia Campos reforçou a importância do envolvimento das mulheres na posição de liderança no setor de resíduos sólidos. “Que debates como este ajudem e incentivem outras mulheres a assumirem postos de lideranças em todas as esferas de governo e na iniciativa privada. Muitas vezes, nossa formação cultural de mulheres nos dificulta na posição de liderança, mas sabemos que temos muito o que contribuir com nossa experiência, nossa energia, nosso saber ouvir, buscando sempre a melhor opção técnica, operacional, financeira, ambiental e social, na adequada gestão de resíduos sólidos. Mas, vamos mudar este quadro e vamos assumir um papel que pode ser muito relevante nessa revolução que se faz necessária no setor de resíduos sólidos”, reforçou Kátia.

 

 

Para saber mais sobre acesse o link-http://abes-dn.org.br/?p=41607

 

 

 

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