Saneamento vira um simples cálculo de ativos, sem conexão a políticas públicas
publicado em 14/10/2019 - 00:10

 

 

 

 

 

 

 

O saneamento deve ser uma política de Estado para garantir a continuidade do desenvolvimento em prol da saúde e da qualidade de vida da população. Mas nos últimos meses tem se tornado uma pauta econômica, atraindo a atenção dos especialistas e órgãos desse setor. Isso porque as empresas estaduais de saneamento estão sendo vistas como uma saída para cobrir o rombo dos cofres públicos, independentemente se o modelo a ser adotado conseguirá garantir a universalização dos serviços.

O Ministério da Economia, na tentativa de estimular governadores a vender as companhias estaduais de saneamento, fez um estudo sobre o potencial de ganho aos cofres públicos com as privatizações. Com venda de 100% do capital, essas empresas podem atingir um valor próximo a R$ 140 bilhões, diz o levantamento, como informou a imprensa.

Coincidentemente, esta visão emerge em um momento de discussão sobre a revisão do Marco Legal do Saneamento, em análise no Congresso Nacional.

Em seu estudo, o governo insiste em classificar as empresas estatais como ineficientes. Enquanto se contam os cifrões, é necessário esclarecer que isto não é verdade, como demonstra o Ranking ABES da Universalização do Saneamento (acesse aqui) . 

Ver Comunicado completo em: http://abes-dn.org.br/?p=29575.

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